Blinkylicious
Meninas, é só seguir o lema blink-while-you-clutch, palavrinhas juntas com estes tracinhos. Porque, convém não esquecer que enquanto as meninas andam por aí a passear, espera-se muito que estejam a brilhar! E quando? Allways!!!
Pois é, a nível de style esta é uma das tias que dá mais trabalho aos cientistas de tias!
E porquê, pergunta a menina. Porque esta é uma Tia super, super versátil. Calculo que a menina saiba que “versátil” não é, de todo, nenhum palavrão… mas se não sabe o que é, a Tia explica muito rapidamente: versátil quer dizer que a tia dá para imensos lados ao mesmo tempo! Pense em tudo o que há para fazer antes de sair de casa: visitar o seu spa, dar uma corridinha ao maravilhoso mundo das nails, que me faz revisitar uma cena que se passou em… em… meninas, não me lembro de todo. Sei lá, sei que foi giríssimo.
Imaginem que fomos todas ao Salon, porque se há tias au culture somos nós, que a nossa querida Pureza Teixeira da Cunha que acabou de abrir com a sua melhor amiga Mariazinha de Rú en Éf e ficamos super impressionadas com a destreza de conhecimento que ela nos apresentou sobre nails! Foi um máximo! Hoje, posso considerar-me, graças ás suas preciosas dicas, uma verdadeira profissional do mundo da nails! Agora, imaginem, até sou eu que digo à Rosário, uma mexicana giríssima e super prestável que lá tenho por casa, exactamente o que quero que me faça nas minhas delicadas mãos! Mas enfim, voltando aos trapinhos…
Nada há mais kitch que ver uma tia versão super desportiva. Ah, Ah, Ah… cada vez que me lembro… a Carminho, num destes dias, propôs imenso irmos correr para Belém para o pé do rio, estava aborrecida em casa, eu acho, e bom, lá fomos todas com imenso espírito de quem vai fumar muito, mas muito mais que correr. Parámos o Delta Niú mesmo ao pé de uma casa fantástica, altíssima e mesmo já dentro do rio, parecia mesmo um castelo, e, envergando trajes mono coloridos, claro que trezentos e vinte números abaixo do suposto mas com o número de brilhantes suficiente para uma giga exposição em Haya, saímos e decidimos qual o percurso a tomar. Após três malboros (a tia diz assim para facilitar e ser super rápida) e imensas ideias de possíveis caminhos, chegámos, e graças a Deus, à conclusão de que o melhor a fazer era, entrar de novo no Delta e, em jeito de turbo, ir até à Benard para um… milhão de croissants acabadinhos de fazer. Devo, contudo, confessar que tinha imenso o mega passe social da Rosário escondidinho no bolso para se, quem sabe, me desse uma coisa, e daria com certeza mil e setecentas coisas, arrancasse no primeiro veiculo que encontrasse para o fim do percurso.
Pois é, a nível de style esta é uma das tias que dá mais trabalho aos cientistas de tias!
E porquê, pergunta a menina. Porque esta é uma Tia super, super versátil. Calculo que a menina saiba que “versátil” não é, de todo, nenhum palavrão… mas se não sabe o que é, a Tia explica muito rapidamente: versátil quer dizer que a tia dá para imensos lados ao mesmo tempo! Pense em tudo o que há para fazer antes de sair de casa: visitar o seu spa, dar uma corridinha ao maravilhoso mundo das nails, que me faz revisitar uma cena que se passou em… em… meninas, não me lembro de todo. Sei lá, sei que foi giríssimo.
Imaginem que fomos todas ao Salon, porque se há tias au culture somos nós, que a nossa querida Pureza Teixeira da Cunha que acabou de abrir com a sua melhor amiga Mariazinha de Rú en Éf e ficamos super impressionadas com a destreza de conhecimento que ela nos apresentou sobre nails! Foi um máximo! Hoje, posso considerar-me, graças ás suas preciosas dicas, uma verdadeira profissional do mundo da nails! Agora, imaginem, até sou eu que digo à Rosário, uma mexicana giríssima e super prestável que lá tenho por casa, exactamente o que quero que me faça nas minhas delicadas mãos! Mas enfim, voltando aos trapinhos…
Nada há mais kitch que ver uma tia versão super desportiva. Ah, Ah, Ah… cada vez que me lembro… a Carminho, num destes dias, propôs imenso irmos correr para Belém para o pé do rio, estava aborrecida em casa, eu acho, e bom, lá fomos todas com imenso espírito de quem vai fumar muito, mas muito mais que correr. Parámos o Delta Niú mesmo ao pé de uma casa fantástica, altíssima e mesmo já dentro do rio, parecia mesmo um castelo, e, envergando trajes mono coloridos, claro que trezentos e vinte números abaixo do suposto mas com o número de brilhantes suficiente para uma giga exposição em Haya, saímos e decidimos qual o percurso a tomar. Após três malboros (a tia diz assim para facilitar e ser super rápida) e imensas ideias de possíveis caminhos, chegámos, e graças a Deus, à conclusão de que o melhor a fazer era, entrar de novo no Delta e, em jeito de turbo, ir até à Benard para um… milhão de croissants acabadinhos de fazer. Devo, contudo, confessar que tinha imenso o mega passe social da Rosário escondidinho no bolso para se, quem sabe, me desse uma coisa, e daria com certeza mil e setecentas coisas, arrancasse no primeiro veiculo que encontrasse para o fim do percurso.
